Investimento em Renda fixa

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Com o intuito de garantir um dinheiro a mais no futuro, seja para se precaver caso ocorra alguma adversidade, ou até mesmo para poder aumentar a renda, uma ótima opção é fazer algum tipo de investimento, como o investimento em renda fixa.

O investimento em renda fixa costuma ser muito escolhido por gerar um pouco mais de segurança de que haverá realmente o retorno financeiro, sendo que muitas vezes em diferentes opções isso não ocorre.

Como funciona o investimento em renda fixa

O investimento em renda fixa funciona com você emprestando uma quantidade de seu dinheiro ao emissor do papel, que pode ser diversos tipos de locais, como, empresas variadas, instituições financeiras e até mesmo o Governo Brasileiro.

Depois, você recebe o dinheiro que foi emprestado juntamente com juros e correção monetária, variando de acordo com fatores como o prazo da ação. Sendo que o valor a ser recebido pode ser classificado de duas formas:

  • Prefixado: há conhecimento do rendimento no momento em que é fechado o investimento;
  • Pós-fixado: há conhecimento do valor do rendimento só ao resgatá-lo.

investimento em renda fixa

Há certas classificações de investimento em renda fixa, podendo escolher a que for mais de acordo com a sua disponibilidade. Seguem as mais comuns:

  1. Tesouro Direto:

O investimento em renda fixa de Tesouro Direto é onde é feito o empréstimo financeiro ao Governo Federal, comprando títulos públicos e assim financiando certas ações dele. Ele é uma forma de investimento de baixíssimo risco e ao mesmo tempo com uma boa rentabilidade, podendo ser feito até com valores baixos, como R$30. Conta com diversas condições e prazos, mas geralmente são um pouco maiores.

  1. Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito de Agronegócio (LCA):

O dinheiro investido na LCI e LCA financia atividades imobiliárias e de agronegócio. Esse tipo de investimento é a partir de R$10 mil, mas assim gera um alto resgate, que só pode ocorrer na data específica de vencimento. Além do mais, conta com proteção do Fundo de Garantidor de Crédito (FGC), que cobre até determinado valor se a instituição do processo quebrar.

  1. Certificados de Depósito Bancário (CDB):

Esse tipo de investimento em renda fixa é bem semelhante ao Tesouro Direto. E assim, faz com que o dinheiro aplicado financie atividades de crédito de empresas privadas. A sua taxa de retorno é bem variável, mas possível de ser elevada. Também conta com a proteção do FGC, mas o ideal é escolher uma instituição financeira sólida para reduzir os riscos.

  1. Debêntures:

Costuma ser um tipo de aplicação um pouco mais arriscada do que as demais de renda fixa. Baseando-se no investidor adquirindo títulos de dívidas de grandes empresas. Gera uma boa rentabilidade e prioriza o pagamento caso a empresa abrir falência.

  1. Letra de Câmbio (LC):

Ideal para quem procura retorno de médio a longo prazo. Uma vez que as aplicações costumam durar de dois a três anos. Essa opção conta com rentabilidade maior do que a gerada por meio da poupança.

Essa modalidade funciona com o investidor financiado atividade de crédito de instituições financeiras. Para optar por ela, é necessário investir ao menos 10 mil reais. Além do mais, conta com a proteção do FGC.

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